Mercado de Algodão

O mercado de algodão é um dos mais relevantes para a agricultura brasileira, tanto pelo alto valor agregado, como pela sua utilização na nossa indústria têxtil.

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Mercado de Algodão

Com a expectativa de uma safra recorde de aproximadamente 2,93 milhões de toneladas de pluma no ciclo 2019/2020, o Brasil continua ocupando o posto de quarto maior produtor de algodão global. O país ocupa a posição de segundo maior exportador do mundo, atrás apenas dos EUA e bateu o recorde de exportação do pais totalizando 1,912 milhões de toneladas exportadas entre julho de 2019 e junho de 2020. O aumento da área semeada, aliado a adesões de novas tecnologias, com alta produtividade e uma fibra de excelente qualidade, permitiram que o Brasil alcançasse e se consolidasse nessa posição de destaque no mercado internacional.

O mercado de algodão é um dos mais relevantes para a agricultura brasileira, devido a sua forte capacidade de geração de divisas, alto valor agregado em comparação a outras culturas e como matéria prima da indústria têxtil. A cotonicultura é responsável pela geração de diversos empregos e alta arrecadação, pois engloba vários processos desde a plantação da fibra, até a elaboração final dos produtos têxteis e suas vendas no varejo.

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    PETRÓLEO: Futuros fecham em alta com dados de emprego nos EUA reacendendo esperança de demanda

    08/08 às 17:24 hs

    Porto Alegre, 08 de agosto de 2022 - Os preços dos contratos futuros de petróleo fecharam em alta superior a 1%, com os dados de emprego dos Estados Unidos reacendendo a esperança de uma demanda alta, à medida que outros números da China também pareceram animadores. "O relatório de empregos destacou o quão forte a economia permanece, embora os traders agora estejam cada vez mais nervosos com o aperto mais agressivo do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que pode levar a economia a uma recessão mais pra frente", afirmam analistas da Oanda. No domingo, a China também surpreendeu os mercados com um crescimento mais rápido do que o esperado nas exportações. A China, o maior importador de petróleo do mundo, trouxe 8,79 milhões de barris por dia (bpd) de petróleo em julho, acima da mínima de quatro anos em junho, mas ainda 9,5% menos do que um ano antes, mostraram dados alfandegários. Na Europa, as exportações russas de petróleo e derivados continuaram a fluir antes de um embargo iminente da União Europeia, que entrará em vigor em 5 de dezembro. Na semana passada, o Banco da Inglaterra alertou para uma recessão prolongada no Reino Unido. Em termos de produção dos EUA, as empresas de energia reduziram na semana passada o número de plataformas de petróleo, na primeira queda em 10 semanas. Analistas do Goldman Sachs disseram acreditar que o argumento para preços mais altos do petróleo continua forte, com o mercado permanecendo em um déficit maior do que o esperado nos últimos meses. O preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para setembro subiu 1,74%, cotado a US$ 90,76 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para outubro avançou 1,55%, cotado a US$ 96,65 o barril. As informações partem da Agência CMA. Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

  • CÂMBIO: Dólar fecha em queda, impactado por alta das commodities e apetite global ao risco

    08/08 às 17:18 hs

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    08/08 às 17:18 hs

    Porto Alegre, 8 de agosto de 2022 - O dólar comercial fechou em queda de 1,06%, cotado a R$ 5,1130. O real foi beneficiado com o saldo de US$ 101,3 bilhões da balança comercial chinesa de julho (as projeções eram de US$ 90 bilhões) que impulsionou o valor das commodities, e pelo movimento de estabilização dos treasuries norte-americanos. Segundo o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno, "existe otimismo pela estabilização dos treasuries, além de uma agenda fraca de indicadores, o que está dando um respiro ao mercado". Rostagno destaca que os dados favoráveis chineses valorizam as commodities e as moedas ligadas a elas: "O real vai na esteira deste movimento", observa. Para o head de análise macroeconômica da GreenBay Investimentos, Flávio Serrano, "o movimento é de risk on, com a recuperação no preço das commodities. O cenário internacional aponta para uma valorização das emergentes e o dólar está voltando para o patamar justo, que é cerca de R$ 5,10". De acordo com o boletim da Ajax Capital, "em semana de dados de inflação nos Estados Unidos, que podem validar apostas mais agressivas no ciclo de alta de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), mercados seguem escalando o muro das incertezas, com commodities e bolsas em alta, apoiados pelas quedas nas taxas de juros, com os investidores precificando que a recessão que se aproxima será suficiente para controlar a elevada inflação atual". A Ajax destaca que o real segue o movimento dos seus pares emergentes ligados às commodities, e se valoriza neste início de sessão. Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

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    Porto Alegre, 8 de agosto de 2022 - O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,06%, negociado a R$ 5,1130 para venda e a R$ 5,1110 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1030 e a máxima de R$ 5,1500. Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

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